Elucubrações Vertiginosas

"Jamais seremos felizes a não ser com a felicidade que damos." - Abbé Pierre

Terça-feira, Janeiro 17, 2006

Ouro Preto - noite 1

Escrevi isso offline enquanto estava no albergue de Ouro Preto, e transcrevo aqui agora.

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Sexta-feira, 13/01/2006. 22:00.

Ouro Preto - MG

Este hostel é muito bacana, bonito, estiloso. Mas é o pior em acomodação até agora. O primeiro de fato com banheiros coletivos (não tem nos quartos) e apenas um chuveiro.

A cidade é mesmo muito bonita, charmosa, cheia de informação. Bares legais, clima universitário, várias repúblicas, albergue cheio.

A lan house para descarregar a câmera foi uma facada, por isso escrevo [em papel].

Visitamos o Museu das Reduções antes de chegar à cidade. Tem maquetes de vários prédios famosos e históricos do Brasil.

Aqui, almoçamos no Café & Cia, paramos no Garapinha (uma garapa p/ mim e um pão-de-queijo p/ Rozenn - o 1o. de que ela gostou) e fomos à lan house. Como a Rozenn ligou pra mãe e teve de voltar ladeira acima para pegar seu cartão de estrangeiro, eu e o Sacomoto paramos num bar p/ esperar. Ela voltou, ficamos mais um pouco e fomos passear.

Passamos na Casa dos Contos, onde havia uma exposição sobre ciência e técnica com vários artefatos antigos, muitos usados em épocas anteriores na Universidade Federal de Ouro Preto: telescópios, microscópios, kits de mineralogia, química, projetores, modelos de motores a vapor e a combustão interna, telégrafos, cadernos de professores.

No meio da exposição encontramos um professor muito conversador da UFOP que explicou muita coisa pra gente.

Fomos ao observatório astronômico mas estava fechado. São alunos que cuidam. O equipamento é de 1920.

Voltamos para o hostel, onde eu conheci a Kate, uma americana gente finíssima da Califórnia. Major em Computer Science e minor em Art History, indo para mestrado em Art Management.
A gente conversou bastante e depois fomos ao Bar do Beco eu, ela, Sacomoto e Rozenn.

Incrivelmente, encontramos o tal professor lá, e sentamos com ele. Ele fala pra caramba, mas é bem gente boa. Ficou xavecando a Rozenn. A mesa virou uma bagunça de idiomas: português, espanhol, francês e inglês.

Voltando, compramos uma garrafa de cerveja e trouxemos pro hostel. A Rozenn foi dormir e ficamos eu, Sacomoto e Kate conversando e bebendo. Foi muito legal.

A Kate é uma pessoa muito genuína, carinhosa e trata todo mundo com uma simpatia sincera e gostosa.

3 Comments:

At 12:22 AM, Anonymous Myriam said...

Tiveram aqui em BH e num entraram em contato?! Nem acredito. =p Abraços!

 
At 8:36 PM, Blogger Mazinho MS said...

:D
Que viagem hein!
To orgulhoso de vc... um dia faco uma dessas, mas nao este ano!
Neste vou pra praia de aviao mesmo... e talvez - mas bem talvez mesmo - eu faca o caminho de Tambau na volta de Maceió.

 
At 8:37 PM, Blogger Mazinho MS said...

A proposito: nao sei onde li, que homofóbico pode ser usado nao apenas para repulsa a homossexuais, mas para qualquer especie de minorias (homossexuais, negros, asiaticos, etc)... mas em todo caso, valeu pelo toque.. quer dizer, toque nao, q eh coisa de viado! :p

 

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